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domingo, 17 de maio de 2026

World Economic - Singapura - Metrópole da Inovação Tecnológica (2026)

 


World Economic -


Singapura - Metrópole da Inovação Tecnológica  (2026)
Por Giliarde Maciel Feitosa
17 de maio de 2026

Sinopse:

Singapura com seu avanço tecnológico consegue ser a metrópole mais inovadora do mundo das ruas repletas de construções inovadores a uma nação que se ergueu de um milagre econômico. 

Link:
https://www.youtube.com/watch?v=tsDQHc3U2mc



World Economic - China - Porque a comida é fresca e tão barata (2026)


World Economic -


China - Porque a comida é fresca e tão barata (2026)
Por Giliarde Maciel Feitosa
17 de maio de 2026

Sinopse:

A China com seu avanço tecnológico consegue através de um sistema operacional super interessante ter comida fresca de maneira barata a todos os cidadãos. 

Link:
https://www.youtube.com/watch?v=LYwzNbmNU5s

terça-feira, 31 de dezembro de 2024

World Filmes - Enigma - O jogo da imitação (2022)


 World Filmes -


Enigma - O jogo da imitação (2022)
Por Giliarde Maciel Feitosa
31 de dezembro de 2024

Sinopse:

A história de um segredo escondido por 50 anos após o fim da segunda guerra, Allan Turing era um gênio que desenvolveu uma máquina para decifrar as mensagens secretas transmitidas nos rádios nazistas, dessa forma os exércitos opositores ganharam uma vantagem sobre a Alemanha e a guerra acabou. 
O desenvolvimento da máquina de Alan Turing foi a premissa para a criação de todos os computadores do mundo. 

Link Disponível:
https://www.youtube.com/watch?v=lRid96uWpqo

World Filmes - Steve Jobs - A história da Apple (2020)


 World Filmes -


Steve Jobs - A história da Apple (2020)
Por Giliarde Maciel Feitosa
31 de dezembro de 2024

Sinopse:

A história de um dos maiores pensadores e revolucionários do mundo moderno Steve Jobs a biografia do fundador da Apple uma das maiores empresas da história. 

Link Disponível:
https://www.youtube.com/watch?v=wnVTs3C4Af8&t=10s

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2022

Ciência - Mundo Cientifico 2020 - Ônibus 100% elétricos chegam a Brasília

 


Ciência - Mundo Cientifico 2020 -



Ônibus 100% elétricos chegam a Brasília

Dois ônibus 100% elétricos circulam na capital federal desde julho e agosto de 2018; As linhas, da empresa Piracicabana, passam pela Esplanada dos Ministérios e pela UnB

Por CNT
10 de fevereiro de 2022


Muitos passageiros nem sabem, mas dois ônibus 100% elétricos circulam em Brasília (DF), na frota da empresa Piracicabana. O primeiro começou a trafegar em julho de 2018, fazendo o trajeto rodoviária do Plano Piloto/Esplanada dos Ministérios (linha 109). O segundo entrou em operação um mês depois, em agosto, indo da rodoviária do Plano até a UnB (Universidade de Brasília), linha 110. Por dia, são cerca de 2.000 passageiros transportados nos dois veículos. A empresa está avaliando os resultados da operação.

Na prática, os ônibus são silenciosos, com ar-condicionado e piso baixo. Oferecem mais conforto aos usuários do que um veículo convencional. No mês passado, as áreas técnicas da CNT, do SEST SENAT e do ITL foram conhecer a operação da empresa Piracicabana, durante o trajeto na Esplanada. Um instrutor da empresa também veio à sede da Confederação falar sobre o uso da tecnologia.

O elétrico é recarregado na tomada por meio de um carregador específico, desenvolvido pelo fabricante do veículo. Com quatro horas de recarga, consegue rodar cerca de 250 quilômetros. A autonomia depende da forma de condução, do trajeto e também da infraestrutura viária. Os chassis foram fabricados pela montadora chinesa BYD, e o encarroçamento é da Marcopolo. A montagem foi em Campinas (SP).

Os motoristas recebem um treinamento especial para conduzir os elétricos. Para Ricardo Cavalcante, há dez anos nessa profissão, é “uma honra” pilotar um veículo com essa tecnologia. “É uma mudança radical na forma de conduzir, quando passamos do convencional para o elétrico. Me sinto privilegiado. Esse ônibus gera muito menos estresse. Não tem barulho. Não tem calor. Além do conforto, a tecnologia mexe muito comigo. Os elétricos são um marco na história do transporte brasileiro”, diz o motorista.

Cavalcante conta também que o elétrico exige certa habilidade do motorista para que a direção seja segura e confortável para os passageiros. “Penso que o treinamento deve ser uma preocupação constante. Temos treinamento duas vezes por ano na nossa empresa. Sempre tentam nos mostrar que esse mercado está mudando e que temos que buscar dirigir com mais qualidade, atentos à tecnologia.”

Desafio

Um dos desafios para a implementação de mais ônibus elétricos, conforme destaca o instrutor da empresa, Jonatas Oliveira, é o preço. Ele cita que o elétrico custa mais do que o dobro (R$ 1,8 milhão) do que um convencional. O retorno do investimento deve ocorrer a médio prazo. Mas todos os fatores estão sendo avaliados pela Piracicabana neste primeiro ano de operação.

Saiba mais sobre o elétrico que circula em Brasília:

-   Possui dois motores acoplados às rodas traseiras. Cada motor tem potência igual a 202 cv, o que leva ao total de 404 cv de potência total do veículo

- Tem 51 baterias e sistema de frenagem regenerativa

- Necessita de pouca quantidade de óleos em comparação ao convencional

- Como o veículo é muito silencioso, a empresa teve que treinar os funcionários da garagem para evitar acidentes

-  A recarga total leva cerca de 4 horas

- Deve haver treinamento específico dos funcionários da empresa para a manutenção do veículo, além da condução.


Artigo Disponível em:  <  https://www.cnt.org.br/agencia-cnt/brasilia-avalia-eficiencia-onibus-eletricos  > Publicado no dia 24 de abril de 2019. 

sexta-feira, 2 de abril de 2021

Ciência – Mundo Cientifico – Sabe o que é NFT? Conheça uma nova forma de vender arte na web

 


Ciência – Mundo Cientifico –


Sabe o que é NFT? Conheça uma nova forma de vender arte na web

Qualquer coisa pode passar a ter valor no mundo dos NFTs

Por  CB

02 de abril de 2021


São três letras que, segundo uma corrente cada vez mais forte do setor de produção artística alinhada à tecnologia, podem abrir as portas do novo mundo. Uma transformação no relacionamento entre fãs e artistas, ou consumidores e produtores de arte, que estabelece uma forma direta de remuneração a quem vende e um novo conceito de propriedade a quem compra.
A sigla NFT significa "tokens não fungíveis". Token é o nome do registro de um ativo em formato digital, um investimento no impalpável universo da web. "Não fungíveis" seria não perecíveis, mas, aqui, é também incontestáveis e originais. Uma música, uma camiseta, uma foto, um texto - todos podem ser vendidos como NFTs. Mas não só, e assim a coisa ganha uma dimensão cósmica: a linha de baixo de uma música, uma selfie, um par de tênis, o cadarço deste tênis ou uma frase escrita em um tweet. Qualquer coisa pode passar a ter valor no mundo dos NFTs.
Os negócios, feitos sem intermediários entre vendedor e comprador, mostram que existe demanda disposta a pagar caro por NFTs, mesmo sendo esse um universo conhecido por bolhas fadadas à evaporação. O produtor de música eletrônica canadense Jacques Greene, de 31 anos, baseado em Toronto, vendeu os direitos de seu single Promise com uma animação bônus por US$ 20 mil. Seu colega de produções também eletrônicas, Justin David Blau, o 3Lau, 30 anos, um ex-estudante de finanças na Washington University em St. Louis, foi mais agressivo e ofereceu 33 NFTs. Apenas por uma faixa remixada, ele faturou a bíblica cifra de US$ 3.666.666. Ou seja, mais de três milhões e meio de dólares. E a banda de rock de Nashville Kings of Leon fez um bom cascalho extra ao aproveitar o lançamento do álbum When You See Yourself para colocar bônus oferecidos como NFTs. Vinte e cinco peças exclusivas, como um vinil de edição única e a chance de ganhar uma das seis experiências ao vivo para a próxima turnê, seja lá quando ela for realizada. Bons negócios se ninguém soubesse que o artista Beeple vendeu, no início do mês, uma coleção de arte em NFT por US$ 69,3 milhões. Quase R$ 405 milhões.
Ainda que algumas iniciativas incluam produtos físicos, o forte da lógica NFT não é o palpável. E é aí que está, para seus entusiastas, o prenúncio da revolução. Quem comprou a música Promise, de Greene, não necessariamente comprou seus direitos autorais (que, na versão mais simples do NFT, seguem sendo do artista ou de uma editora) nem o fonograma (ou seja, a gravação, que permanece sendo do artista ou de uma gravadora). Assim como também não adquiriu exclusividade da audição. A música Promise segue disponível no Spotify, livre aos clientes da plataforma e pagando suas parcas porcentagens aos autores. Então, quem compra um NFT compra exatamente o quê?
A resposta não é única porque tudo está em aberto e há vários acordos possíveis a quem coloca seus produtos nas plataformas de venda, os marketplaces. Uma canção, para ficarmos na música, pode ser comprada sem garantir ao cliente nenhuma participação em futuros lucros. Aqui, o comportamento do comprador pode ser definido, ainda que de forma superficial, como pura e simples ostentação. Isso porque os nomes dos proprietários e suas respectivas aquisições ficam listados no blockchain, uma espécie de livro-registro digital de natureza inviolável. Para alguns, e agora tente não pensar com a sua própria cabeça se você nasceu antes de 2000, aparecer como dono de uma produção do DJ Greene significa estar no topo do mundo. "É o mesmo pensamento que um dia foi dos colecionadores. O que essas pessoas compram é sentimento da escassez. No mundo em que tudo é reproduzido infinitamente, o escasso e o original voltaram a ganhar valor", diz Arthur Deucher Figueiredo, advogado com base em Los Angeles, mestre em Direito e Política da Mídia, Entretenimento e Tecnologia pela Universidade da Califórnia.
Mas a ostentação está apenas na superfície. Logo abaixo estão os investidores do meio digital, profissionais ou fãs mais atentos que compram algo aparentemente prosaico para que o tempo o torne uma relíquia. Ele faria assim a revenda de seu NFT, um giro que só será testado quando houver tempo histórico suficiente para isso. Um outro tipo de contrato mais aprimorado, e de valor mais alto, pode garantir a quem compra a participação no recebimento de royalties (direitos autorais) por execução nas plataformas de streaming. Assim, o valor de um NFT de Roberto Carlos, se é que um dia o negócio venha a ser seguro a ponto de atrair o perfil de artistas conservadores, pode romper a estratosfera no dia seguinte a um fato histórico, uma efeméride ou, como no velho capitalismo sem coração, à sua morte.
No Brasil
André Abujamra é o primeiro nome da música no Brasil a estudar e aplicar os conceitos do sistema NFT em sua produção. "Vou abrir uma gravadora para lançamentos em NFT." Sua definição do negócio: "É como começar uma vida nova em um planeta nunca visitado. Vai mudar o prumo do universo".
Abujamra fez suas primeiras vendas aliado ao artista plástico Uno de Oliveira. Uma de suas obras, a ilustração animada Coélhek, que mostra a dramática imagem de um jovem de uma comunidade do Rio com um coração pulsante, foi arrematada por uma colecionadora canadense por algo como US$ 3,2 mil na moeda corrente do meio das NFTs, a criptomoeda ethereum. "Já vendemos cinco criptoartes." Ele conta que teve a ideia, na noite anterior à entrevista com o Estadão, de criar uma música de 5 minutos para vender como NFT, mas que fará isso por partes. "Penso em vendê-la separada, de 3 em 3 segundos, a um preço equivalente a R$ 5 cada partícula." Ouviu então do repórter que poderia deixar que o comprador usasse as partículas para que ele mesmo desse os caminhos da composição, e levou a sério: "Cara, é lindo. Está vendo como funciona?".
As primeiras artistas brasileiras do mundo pop a testar os NFTs serão a cantora Urias, que anunciou uma colaboração artística também com Uno, já candidato a ser o primeiro criptopopstar do País, na tarde de terça, 30. Serão três obras com edições limitadas e uma edição única com a imagem e a música de Urias e a arte de Uno. A cantora Pabllo Vittar também anunciou na segunda-feira, 29, por meio de seu Twitter, que passaria a desbravar o novo mercado.
Cautelas
As coisas não parecem tão promissoras para Maurício Bussab, executivo da Tratore, considerada a maior distribuidora digital de música independente do País. "Não acredito que seja um modelo tão bom a ponto de substituir o streaming. Afinal, o que compra alguém que está comprando uma música ali? No momento da compra, nada. Você só ganha o direito de contar vantagem." Seus interesses no horizonte digital estão mais voltados não para os NFTs, mas para a lógica dos blockchains, os guardiões de registros dos proprietários e das obras originais. "Isso traz de volta o conceito de originalidade e fornece algo que pode ser usado sim pelo mercado da música: a remuneração dos artistas sem intermediários e de forma segura e inviolável, enviando os pagamentos imediatamente, no momento das vendas." O assunto quente será tratado em uma live em que estarão Bussab e Abujamra, com suas visões particulares, no dia 8 de abril, às 15h30, no Facebook da Tratore.
Ao meio jurídico relacionado aos direitos de autor, resta aguardar o tamanho que de fato pode se tornar a onda das NFTs enquanto as primeiras perguntas de ordem legal começam a incomodar. "Ainda não existe consenso jurídico claro com relação às NFTs. As autorizações legais vão depender das formas que ele assumir. Um audiovisual, por exemplo, exige licença sincronizada entre letra (editora), música (gravadora) e imagem", diz o especialista Deucher Figueiredo, de Los Angeles. Por ora, ele faz um alerta aos artistas: "Eles vão precisar lutar para manter seus controles autorais. As gravadoras certamente vão querer incluir cláusulas ao contrato para ganharem fatias dos negócios em NFTs. É preciso haver entendimento entre as partes".
Aos mais afoitos, a lógica dos NFTs, mesmo sem que se saiba ainda com clareza o que de fato um fã busca quando resolve comprar um bem assim, dá sinais de não estar disposta a perdoar possíveis aventuras aleatórias. Uma das frases ditas entre os compradores tem sido: "Não há segunda chance". Ou seja: um primeiro fracasso de vendas tem feito com que todas as tentativas seguintes de um artista sejam desvalorizadas. Nunca há clareza nas eras de transição.

GLOSSÁRIO

NFT
É a sigla em inglês para tolkien não fungível, o objeto da compra que pode ser uma música, uma roupa e, em suma, qualquer coisa
Blockchain
É o livro registro virtual e inviolável, no qual as obras e seus donos ficam registrados
Criptomoedas
São as moedas correntes nos negócios virtuais. Uma das mais usadas nas vendas de NFTs não são as mais comuns, os bitcoins, mas as ethereums
Criptoarte
As artes visuais contemporâneas vendidas como NFTs
Marketplaces
São sites nos quais é possível comprar obras de arte NFTs. Um dos maiores é o OpenSea
Criptoartista
O recorde de venda é do criptoartista Beeple, que ganhou US$ 69,3 milhões no leilão de uma arte digital, em 10 de março 

Artigo Disponível em:  <  https://www.correiobraziliense.com.br/diversao-e-arte/2021/04/4915503-sabe-o-que-e-nft--conheca-uma-nova-forma-de-vender-arte-na-web.html  > Publicado no dia 01 de abril de 2021.

segunda-feira, 30 de setembro de 2019

World App - Goleiro de Aluguel -

World App -

Goleiro de Aluguel - 

Por Giliarde Maciel Feitosa
01 de outubro de 2019

Sinopse:

Goleiro de aluguel, é uma plataforma que busca goleiro disponível para sua partida de futebol.

Link Disponível:

sábado, 28 de julho de 2018

Ciência - Mundo Cientifico - APP para os Estudos

Ciência -  Mundo Cientifico -

APP para os Estudos
Por Giliarde Maciel Feitosa
28 de junho de 2018
Sinopse:
Os estudantes de uma forma geral tem que serem determinados, disciplinados e focados em objetivos claros e concretos e nada melhor do que ter o auxílio de um aplicativo que o ajude a ter as noções exatas de como está seu andamento no estudos.

Link:

sábado, 16 de junho de 2018

Copa do Mundo 2018 - França vence a Austrália no sufoco

Copa do Mundo 2018 -

França vence a Austrália no sufoco

Por Giliarde Maciel Feitosa
16 de junho de 2018

A Copa do mundo de 2018 teve a França para cima da Austrália na abertura do grupo C, a França venceu a Austrália por 2 a 1 no sufoco com gols de Griezmann e Pogba, o gol da Austrália de Mile. A França entrou em campo sendo uma das favoritas a busca do Scudetto do mundial mas a equipe fez uma partida abaixo do esperado muito em razão do bom desempenho da Austrália que fez uma bela partida, no primeiro tempo sem brilho da França o resultado de empate foi inevitável pois a Austrália se defendeu muito bem e com isso complicou demais a França, no segundo tempo aconteceu um fato histórico a França teve a seu favor uma penalidade assinalada com a ajuda do árbitro de vídeo de forma acertada segmento histórico que Griezmann não vacilou e colocou a bola na rede abrindo os trabalhos no duelo, a Austrália que continuava a fazer uma boa partida foi para cima da França e conseguiu seu gol de empate em cobrança de penalidade de Mile e no jogo que parecia ser de empate próximo do fim Pogba em uma bola dividida conseguiu colocar a bola nas redes do oponente em lance que foi definido pela tecnologia pois a bola pegou no travessão e entrou para o relógio no pulso do arbitro assinalar o gol e assim no sufoco dar a França na estreia sua primeira vitória.

sexta-feira, 1 de junho de 2018

Ciência - Mundo Cientifico - ´Campus Party - Natal 2018

Ciência -  Mundo Cientifico -


´Campus Party - Natal 2018
Por Giliarde Maciel Feitosa
01 de junho de 2018
Sinopse:
O Campus Party Natal 2018 evento realizado no Brasil no mês de abril de conhecimento tecnológico abundante para aqueles que buscam ficar antenado no mundo digital.

Link:

segunda-feira, 28 de maio de 2018

sábado, 26 de maio de 2018

Ciência - Mundo Cientifico Cursos a Distância um mecanismo da atualidade



Ciência -  Mundo Cientifico 

Cursos a Distância um mecanismo da atualidade   

Por Giliarde Maciel Feitosa
26 de maio de 2018

O mundo globalizado requer que todos estejam atentos as inovações e atualizados e nada melhor do que cursos a distância. A era digital busca a cada instante facilitar a vida das pessoas em várias áreas profissionais e nada melhor do que fazer isto como dar a população mecanismos para os profissionais se capacitarem para o mercado de trabalho os cursos a distância técnicos, as graduações de Educação a distância e os cursos de idiomas assim como outros em suas várias áreas profissionais é uma das variáveis em busca da inserção de profissionais mais capacitados ao mercado de trabalho. Aquelas que acham que o curso de EAD em qualquer segmento é mais fácil do que o presencial se engana pois a dedicação dos alunos é enorme para se adequarem ao mundo acadêmico e as cobranças em grande escala, ser o diferencial em sua escalada profissional cabe a cada ser humano interessado em mudança por isso o melhor caminho é o estudo assim como a mudança de patamar de um país que se passe necessariamente pela educação para elevarmos um país de terceiro mundo a um patamar de país de primeiro mundo, os países de primeiro mundo sabem da necessidade de ter uma educação de qualidade e fazem inúmeros esforços para continuidade da qualificação do segmento educação, no Brasil esperamos que a educação seja uma política de nação para assim possamos caminhar rumo a um país de primeiro mundo.

quinta-feira, 25 de maio de 2017