quinta-feira, 18 de agosto de 2011

A CULTURA FUTEBOLÍSTICA


A CULTURA FUTEBOLÍSTICA

publicado em 18 de agosto de 2011.

Por Giliarde Maciel Feitosa


O futebol por si só é algo apaixonante, vibrante, exuberante, intrigante, competitivo, glamorouso, isto é um verdadeiro espetáculo, por estes adjetivos e outros que poderiam surgir poderiam ficar várias horas debatendo sobre este tema. O mundo do futebol como um todo tem suas particularidades e suas pecularidades que devem ser bastante analisado por todos os que acompanham este esporte com emoção e razão. Será que todos temos a real noção de como futebol atinge a cultura global como um todo? Verdadeiramente não ser analítico, critico neste esporte é o que diferem aqueles que observam muito além das quatro linhas. Por isso a cultura futebolística é passada de geração para geração como uma tendência natural dos fatos; quando observamos o globo terrestre do futebol sabemos claramente aquelas nações futebolísticas que são potências e escolas de futebol já formalizadas no mundo do futebol.

A diferenciação de uma escola de futebol para a outra é a maneira como se observa futebol assim como a característica adquirida dos seus jogadores ao longo da história, ferir essa cultura futebolística de cada país é ferir a alma do torcedor que se acostumou a ver seu selecionado impor o melhor futebol ao longo da história. Estamos na era do futebol encantador do Barcelona e da seleção espanhola duas escolas interligadas pelo futebol de toques de bola em progressão ao ataque e extrema posse de bola procurando abrir os espaços necessários para furar bloqueios adversários, a técnica imposta por estas duas escolas futebolísticas é a tendência do futebol dito moderno, características marcantes em suas apresentações. Impor algo diferente a estas duas escolas seria algo fora da anormalidade cotidiano do futebol, assim como se ver escolas holandesas sem atuar com três atacantes que caracteriza sua cultura futebolista, a escola argentina sem o toque de bola característico de sua cultura, a escola italiana sem seu sistema defensivo sólido, a escola alemã sem sua força física aliada a sua competitividade, eficiência e disciplina tática, a escola inglesa sem suas duas linhas de quatro irretocáveis.

Por fim a escola brasileira que tem como característica a habilidade do jogador brasileiro com a improvisação, com dribles, finta, a ofensividade característica do futebol ao longo da sua história que encantou o mundo onde a imposição ao adversário era algo marcante nas apresentações da seleção brasileira. Ferir a isto não é ferir apenas a maneira de se jogar de uma equipe é ferir o mundo do futebol, a cultura do futebol de uma escola riquíssima em conquista e de uma maneira particular de se jogar.





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