Por Giliarde Maciel Feitosa
12 de dezembro de 2014
O voleibol brasileiro é um o melhor do mundo e a cada ano vem revelando talentos para o voleibol mundial mas a caixa de Pandora na administração da CBV (Confederação Brasileira de Voleibol) foi aberta e o rastro de corrupção é enorme. O Dossiê do voleibol brasileiro começou com uma excelente reportagem do repórter Lucas de Castro da ESPN Brasil onde em uma reportagem investigava apontou inúmeras regularidades na administração da CBV na gestão Ari Graça e assim o Ministério Público foi atrás das irregularidades e confirmou tudo que o Dossiê do Voleibol brasileiro já havia noticiado, o gestor da CBV passa por meio de contratos quantias absurdas a empresas de fachadas que geralmente eram membros de suas família, amigos e funcionários da CBV e assim superfaturava os contratos e a contabilidade para esclarecimentos de sua contas junto ao Banco do Brasil parceira da CBV a 23 anos passava despercebido pois os ganhos dos atletas, comissões técnicas eram menos do que se poderia ter já que o BB dava um bônus por metas conquistadas nas competições bônus este que chegava apenas 50% do valor total aos bolsos de quem era de direito. A parceria do BB e da CBV o contrato era a quantia anual de 70 milhões de reais quantia está que para custear todo o voleibol brasileiro do mirim até o adulto, mas desta quantia 30 milhões desapareciam em contratos superfaturados da gestão de Ari Graça atualmente presidente do Confederação Internacional de Voleibol e da atual gestão que continuam os mesmos moldes errôneos da gestão anterior. Com a constatação pelos órgãos competentes das irregularidades o BB já desfez a parceria de 23 anos e agora o voleibol está órfão de um excelente parceiro que ajudou com certeza o voleibol brasileiro a estar no posto de melhor do mundo, a má administração constatada e comprovada tem que levar os culpados a serem punidos de forma exemplar a devolução total do dinheiro superfaturado e mais um detalhe que está neste bolo a ser esclarecido o Comité Olímpico Brasileiro é uma entidade privada com endereço em Londres na Inglaterra e por qual motivo o dinheiro público destinado a entidade como os ganhos fiscais das loterias a cada concurso que são altos deixam o esporte olímpico brasileiro em várias modalidades esportivas com uma infra-estrutura precária deste a base até o adulto ficando fora do grupo de elite do esporte olímpico mundial se tem dinheiro dinheiro suficiente para se investir, perguntas que devem ser respondidas em uma caixa de pandora que está longe de seu fim.

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